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Faleceu hoje o cónego Luís Manuel Pereira da Silva, pároco da Sé de Lisboa desde 1996 e especialista em Liturgia, “devido a doença oncológica”. Informou hoje o Patriarcado de Lisboa
Luís Manuel Pereira da Silva, era oriundo de família do concelho de Pampilhosa da Serra.
“O corpo do sacerdote chegará domingo, pelas 13h30, à Sé de Lisboa, onde, pelas 15h30, o Cardeal-Patriarca, D. Manuel Clemente, vai presidir à Missa exequial. Às 21h30, decorrerá uma Vigília, orientada pelo Seminário dos Olivais. Na segunda-feira, às 9h30, no mesmo local, a missa será presidida pelo Bispo Auxiliar de Lisboa D. Américo Aguiar. De seguida, o corpo do cónego Luís Manuel seguirá para a terra natal dos pais, onde será sepultado”, indica um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
O patriarcado de Lisboa lembra que a participação nas celebrações exequiais, na Sé, “está limitada ao número de lugares disponíveis, de acordo com as orientações das autoridades de saúde”, mas as celebrações vão ser transmitidas online e em direto a partir do site e redes sociais do Patriarcado de Lisboa (Facebook e Youtube) e do MeoKanal (210021).
Nascido a 2 de setembro de 1956, em São José, no centro da cidade de Lisboa, e ordenado a 28 de novembro de 1993, nos Jerónimos, pelo cardeal Ribeiro, este sacerdote era diretor do Departamento de Liturgia do Patriarcado, colaborador do Secretariado Nacional de Liturgia e professor na Universidade Católica Portuguesa.
Mestre das Cerimónias Patriarcais, desde 1998, Luís Manuel Pereira da Silva foi criado cónego do Cabido da Sé em 8 de dezembro de 2003, era professor de Liturgia na Universidade Católica Portuguesa e assistente da Associação de Professores Católicos.
Em 2018, o cónego Luís Manuel Pereira da Silva celebrou 25 anos de ordenação sacerdotal, e afirmou ao jornal jornal Voz da Verdade, do Patriarcado de Lisboa, a “profunda gratidão” pela vocação e o trabalho pastoral, nomeadamente na Paróquia da Sé de Lisboa, que colocou à disposição do cardeal-patriarca por causa dos problemas oncológicos que vivia, acrescentando que recebeu sempre “grande alento” por parte de D. Manuel Clemente.
In:/agencia.ecclesia.pt
